Dicas: onde e o que comer em Berlim

Berlim é uma cidade que tem muita coisa boa para oferecer, e uma delas é comida! É perfeitamente possível encontrar lugares bons e com baixo custo para comer por aqui. Reparem que eu disse lugares e não restaurantes. Isso porque a street food tem uma presença muito forte na capital alemã.

Aqui vão algumas dicas de onde encontrar comida que é a cara de Berlim: saborosa, multi-cultural, com preços acessíveis e sem muita frescura.

  • 1) Döner kebab

doenerkebab
Como
não recomendar um döner a quem vem à Alemanha? De origem turca, é um dos fast-foods mais populares do país. É gostoso, barato e vale por uma refeição inteira. O döner kebab é geralmente servido em forma de sanduíche, em um pão turco crocante e triangular. A carne é assada em um espeto giratório com formato de cone invertido, e a casquinha da carne é fatiada verticalmente, como um churrasco. A versão clássica leva carne de cordeiro, mas alguns lugares também oferecem a opção de frango. O döner também leva bastante salada (alface, tomate, pepino, cebola, repolho roxo) e molho (de ervas, alho ou picante). A versão vegetariana “prima” do döner é o falafel que, ao invés de carne, leva os deliciosos bolinhos fritos de grão-de-bico com condimentos. Serve também para os Berliners carnívoros que querem variar um pouco do döner. Outra variação é o dürüm – ao invés de sanduíche, é como um wrap: vem em um pão mais fininho e com formato cilíndrico (e em geral é ainda maior que o döner).

Preço normal: de 3,00 a 3,50 euros (mais que isso já está caro!)

Onde: em um dos milhares de quiosques de kebab espalhados pela cidade. Um queridinho de Berlim é o Mustafa’s, que oferece não o döner clássico, mas com carne de frango, legumes cozidos e queijo feta. Por ser tão famoso, as filas estão sempre longas, inclusive de madrugada. (Estação de metrô: U Mehringdamm)

  • 2) Santa Maria
santamaria
Chilaquiles do Santa Maria

Se você é fã de comida mexicana, você precisa ir ao Santa Maria. Lá tem comida mexicana de verdade, autêntica, nada de Tex-Mex. Toda vez que amigos do México visitam Berlim, eles pedem para irmos comer lá. O Santa Maria é um restaurante pequeno e aconchegante, com preços muito razoáveis: em torno de 7 a 12 euros por prato, que vem bem servido. E toda terça-feira tem as Taco Tuesdays: tacos e tequilas por 1 euro cada. Mas atenção: é melhor chegar com um pouquinho de antecedência – eles não reservam mesas. Dica da minha amiga mexicana Sharlen: peça o chilaquiles com o molho de salsa verde (pra quem curte comida apimentada) ou os tacos de carnita (pra quem é mais fracote, como eu).

Onde: duas filiais, a original em Oranienstr. 170 (estação de metrô U Kottbusser Tor) e uma nova em Krossenerstr. 18 (U Warschauer Str.)
http://santaberlin.com/
→ Um ponto positivo da Alemanha: os restaurantes geralmente mostram o menu no site (com preços!)

Outra opção de comida mexicana boa é a Taqueria Ta’Cabrón (U Schlesisches Tor).

  • 3) Thai Park

O “Thai Park” (parque tailandês) é um exemplo da multiculturalidade peculiar que define Berlim. Trata-se de um parque público (nome oficial: Preußenpark) onde dezenas de tailandeses vendem em suas barraquinhas os mais diversos pratos típicos de seu país, feitos em casa. Bolinhos fritos, banana frita, camarão frito… Tudo frito! Eles também vendem um prato delicioso de um arroz empapado com molho de côco e pedaços de manga. Até insetos para comer você encontra no Thai Park. Infelizmente essa maravilha culinária só acontece durante os meses mais quentes do ano. Super recomendado pra quem estiver em Berlim no verão! Acontece todos os dias, mas aos sábados tem mais barraquinhas. Dica: o prato com 5 dumplings de recheios diferentes à sua escolha por 5 euros.

Onde: Preußenpark (estação de metrô: U Fehrbelliner Platz)

thaipark05 thaipark01
thaipark04
thaipark03
thaipark02

  • 4) Al Andalos

O Al Andalos é um restaurante de comida libanesa, do tipo que só os locais conhecem. Pequeno e despretensioso, eu só descobri que ele existe porque um amigo me levou lá, senão provavelmente nunca o teria encontrado. O menu atrás do balcão é em alemão e em árabe, e oferece sanduíches ou pratos muito bem servidos, sobremesas típicas e opções vegetarianas e carnívoras. A comida não é apenas deliciosa e autêntica, mas também é muito barata, com sanduíches por 1,50 euros e pratos por 5 ou 6 euros. Dica: para duas pessoas, peça o prato Al Andalos que vem com um pouco de tudo (falafel, halloumi, kafta, arroz libanês, salada, etc., etc.) por 11 euros. Esse lugar incrível com funcionários simpáticos ainda fica aberto até altas horas da madrugada. Apesar de a comida ser libanesa, a música ambiente normalmente é salsa ou flamenco. Como não amar?

Onde: Sonnenallee 40 (entre as estações U Hermannplatz e U Rathaus Neukölln)

Al Andalos em Neukölln
Al Andalos em Neukölln
  • 5) Burgermeister

Outro exemplo de “tinha-que-ser-em-Berlim”: o Burgermeister é uma hamburgueria de rua localizada abaixo dos trilhos de uma estação de metrô, onde antes costumavam ser os banheiros públicos da estação! Recentemente uma outra filial “versão restaurante” foi aberta próxima à original. O nome é um trocadilho: Bürgermeister (com trema) significa “prefeito” em alemão, mas nesse caso eles se referem ao “mestre” (meister) dos hambúrgeres.

Onde: versão “quiosque” original na estação de metrô U Schlesischer Tor e versão “restaurante fast food” na U Kottbusser Tor.
www.burgermeister.berlin

Burgermeister na U Schlesisches Tor
Burgermeister na U Schlesisches Tor

Outros lugares para comer um bom hambúrger em Berlim:

Kreuzburger (outro trocadilho!): tem 3 filiais em Berlim (Kreuzberg, Friedrichshain e Prenzlauer Berg) que ficam abertas até altas horas ou entregam em casa. Não deixe de pedir a batata doce frita!! É uma das coisas que eu mais amo nesta cidade.
www.kreuzburger.de

The Bird: um restaurante muito procurado. O ideal é reservar uma mesa antes e não ir com muita pressa, pois os hambúrgeres costumam demorar a ficar prontos (2 filiais: estações de metrô S+U Schönhauser Allee e U Schönleinstr)
www.thebirdinberlin.com

Kreuzburger e sua divina batata doce frita
Kreuzburger e sua divina batata doce frita

Guten Appetit!  : )

Anúncios

Como funciona o sistema escolar alemão

classroom

O sistema escolar na Alemanha é bem diferente e curioso.

O primeiro nível, equivalente à creche e pré-escola, é o Kindergarten – que é uma palavra alemã bem famosa usada até no inglês. Não é obrigatório na Alemanha; os pais decidem se querem colocar o filho ou não. Depois vem a Grundschule: o início da escola primária, ou ensino fundamental. Dura 4 anos, geralmente dos 6 aos 10 anos de idade. Da Grundschule em diante, o ensino é obrigatório (e gratuito!) para todos.

Até aí é bem parecido com outros países. No final da Grundschule é que começa a diferenciar.

Quando a criança está quase terminando a Grundschule, por volta dos 10 anos de idade, uma decisão precisa ser tomada: qual dos 3 tipos de escola ela vai seguir. Isso é normalmente decidido pelos professores e aconselhado aos pais, com base no histórico escolar da criança.

Agora vamos aos diferentes tipos de escola: Hauptschule, Realschule e Gymnasium.

Deixando de lado os eufemismos e explicando de forma clara e direta (como os alemães fazem): a diferença entre essas 3 escolas é o nível de dificuldade e de exigência.

A Hauptschule é a escola mais fácil das três, com menos exigências aos alunos. A Realschule é a de dificuldade e exigência médias. O Gymnasium é a mais difícil, onde a exigência é a maior das três e o aluno tem que dedicar mais tempo e esforço aos estudos. No final do Gymnasium os alunos fazem uma prova chamada Abitur (ou o apelido, Abi), que seria algo parecido com o vestibular. Só pode entrar na universidade quem tiver terminado o Gymnasium e feito o Abi. O aluno que não tiver notas altas o suficiente para ingressar no Gymnasium diretamente após a escola primária ainda pode, caso o seu desempenho escolar melhore, fazer primeiro a Realschule e depois o Gymnasium, ou ainda fazer uma via mais longa de Hauptschule, depois Realschule e depois Gymnasium.

Mas e quem fez Hauptschule e/ou Realschule, sem ter feito Gymnasium e Abitur? Eles seguem para um ensino profissionalizante, ou cursos técnicos.

Entenda o seguinte sobre a sociedade alemã:

Na Alemanha, não é preciso necessariamente ter um diploma universitário para se ter um bom emprego com um bom salário. Isso porque existem centenas de cursos profissionalizantes (Ausbildung), que são como faculdades que preparam para todas as profissões não-acadêmicas. Por exemplo: comerciante, mecânico, cabeleireiro, designer de produtos, assistente de dentista, entre tantas outras. E todas as profissões são relativamente bem pagas. Claro que umas mais que as outras, mas a discrepância não é tão grande quanto no Brasil. O resultado disso é uma sociedade com mão-de-obra qualificada em todas as áreas, tanto de trabalhos manuais quanto intelectuais. Cada curso profissionalizante dura no mínimo 3 anos, e o aprendiz tem que passar por um treinamento teórico e prático e por avaliações para poder exercer a profissão. Enquanto no Brasil é muito comum ter que escolher um eletricista, por exemplo, por indicação dos amigos, na Alemanha em teoria pode-se confiar em qualquer um, pois todos são igualmente bem capacitados.

Então, é natural que nem todos os alemães decidam por fazer universidade – já que existem outras boas opções, em que se pode começar a trabalhar e ganhar dinheiro mais cedo. Há também quem diga que quem vai para a universidade passa anos aprendendo muita coisa teórica, mas no fim das contas não tem nenhuma experiência de trabalho e não sabe como a profissão funciona na “vida real”.

De fato, provavelmente um vendedor de loja não ganha o mesmo que um médico – mas ganha o suficiente para viver bem. Na Alemanha cada um tem a oportunidade de fazer a escolha profissional que acha melhor para si.


Argumentos prós e contras sobre o sistema educacional alemão:

  • CONTRAS:

É um tanto quanto segregacionista, já que os alunos são divididos em escolas de níveis de dificuldade diferentes.

É uma forma de rotular alunos pelo seu potencial, sendo julgados pelas suas notas escolares.

As crianças são obrigadas a decidir seu futuro com apenas 10 anos de idade. São novas demais para saber o que querem fazer posteriormente.

Se uma criança da Hauptschule estivesse rodeada por colegas de classe aplicados durante o ensino médio, como os do Gymnasium, talvez isso a motivasse a estudar mais.

  • PRÓS:

Esse sistema já está tão inserido na cultura alemã que eles não o veem como segregacionista. As crianças crescem sabendo que é assim, e ninguém vê maldade nisso.

Pessoas diferentes tem ritmos e interesses diferentes. Nem todo mundo é feito para ir pra universidade. Nem todo mundo está a fim de estudar pra caramba durante a escola.

Uma sociedade não é e não deve ser feita só de intelectuais, e sim de trabalhadores qualificados de todas as áreas.

Colocar todos os alunos em um só tipo de escola significaria ter que diminuir o ritmo dos alunos que estão dispostos a estudar mais por causa dos alunos que preferem seguir o rumo do ensino profissionalizante.

A decisão não é irreversível. Há mobilidade e os alunos podem mudar de ideia e trocar o tipo de escola se quiserem e se mostrarem interesse para tal.


Esse é o resumo básico dos pontos principais do sistema escolar da Alemanha. Varia um pouco a cada estado e existem algumas exceções, como por exemplo a escola que integra Hauptschule e Realschule juntas (Integrierte Sekundarschule) e a Gesamtschule.

Eu particularmente acho diversos pontos muito interessantes, mas discordo de outros. Mas em geral, esse curioso sistema escolar parece funcionar, e está fortemente relacionado ao mercado de trabalho e à sociedade alemã.

A Rota Romântica na Alemanha

rothenburgA Rota Romântica (em alemão, Romantische Strasse) é uma rota que percorre diversas cidadezinhas e vilarejos medievais da Baviera, no sul da Alemanha. É uma região com diversos castelos, vinícolas e casinhas coloridas no estilo Fachwerk (tipicamente alemão). A rota completa tem 350 km e vai de Würzburg a Füssen (onde fica o Castelo Neuschwanstein).
romantischestrassekarte
Quais cidades visitar

Essa rota temática foi criada como uma estratégia de marketing por agentes de turismo nos anos 50, para incentivar a visitação desses pequenos vilarejos. Inclusive, hoje em dia também existe uma Rota Romântica pelo sul do Brasil.
Mas os principais lugares pra se visitar na Rota Romântica da Alemanha são:

  • Würzburg
    wuerzburg wuerzburg2
    Würzburg tem várias semelhanças com Praga, como uma ponte com estátuas (muito parecida com a Charles Bridge) e uma fortaleza do alto do outro lado do rio (Festung Marienberg), que dá à cidade um ar de conto de fadas.
  • Rothenburg ob der Tauber
    rothenburg2
    Rothenburg é a cidade mais famosa da Rota Romântica e talvez a mais charmosa da Alemanha. Andar por ela dá a sensação de estar em um parque da Disney (ou seja, encantador).
  • Dinkelsbühl
    dinkelsbuehl dinkelsbuehl2
    Dinkelsbühl é uma pequena cidade histórica e preservada, ainda com muros e torres da época medieval. E (muitas) casinhas coloridas.
  • Nördlingen
    noerdlingen noerdlingen2
    Assim como Dinkelsbühl, Nördlingen também é cercada por antigos muros medievais. Vista de cima, a cidade tem formato de um círculo, com 5 torres equidistantes ao seu redor (perfeito pra quem adora simetria, como eu). Curiosidade: Nördlingen aparece na versão original do filme A Fantástica Fábrica de Chocolate.
  • Castelo Neuschwanstein
    neuschwanstein
    O Castelo Neuschwanstein, em Füssen, dispensa apresentações. É uma das atrações mais populares da Alemanha. A melhor vista para admirá-lo é a da ponte Marienbrücke. Há também o Castelo Hohenschwangau logo em frente.

Como chegar e se transportar

O mais recomendável é fazer a rota de carro. Há também excursões em ônibus de turismo, e algumas pessoas fazem o trajeto até de bicicleta! Mas, não tendo muito tempo disponível e para ter mais liberdade de escolher para onde ir, carro seria o ideal. Dentro de cada cidade é perfeitamente possível andar a pé – são todas muito pequenas.
O percurso é em geral bem sinalizado, com placas indicando a Romantische Strasse. Antes de ir, nós achávamos que a Rota Romântica em si seria uma estrada mais lenta, levando por dentro de todos os vilarejos, paralela à estrada de via rápida (Autobahn). Mas na verdade, muitas vezes a Rota Romântica estava sendo sinalizada na própria Autobahn. Então, essa rota não é apenas uma estrada propriamente dita, mas toda a região.
Vindo de outro país, os aeroportos de entrada e saída mais próximos da Rota Romântica são: Frankfurt, ao norte da rota, e Munique, ao sul da rota. E, claro, pode-se fazer a rota em qualquer uma das direções (norte-sul ou sul-norte).

Quanto tempo ficar

Isso depende muito de quantas cidades se quer visitar. A rota inteira compreende no total 27 pequenas cidades e vilarejos. Mas, para se visitar os principais lugares da rota, apresentados aqui, é preciso pelo menos 3 dias. Eu recomendo: 1 dia em Würzburg; 1 dia em Rothenburg + Dinkelsbühl + Nördlingen; e 1 dia em Füssen. Como é uma rota bastante customizável, pode-se adicionar mais dias para visitar Munique também, por exemplo, ou outros vilarejos da rota.
romantischestrasse
A Rota Romântica é uma ótima escolha pra quem quer conhecer cidades medievais, pitorescas e tipicamente alemãs da região da Baviera (Bayern, em alemão).

Para ver mais fotos, clique aqui.

Como é morar em Berlim

Foto por Mari Cerdeira
Foto por Mari Cerdeira

Berlim é uma cidade: grande, cosmopolita, jovem, alternativa, agitada, relaxada, descolada.

Tem gente de todas as tribos. No metrô você vê uma garota de cabelo azul ao lado de uma criança branca e loira, ao lado de um cara de rastafari, ao lado de uma família turca, ao lado de turistas espanhois. Berlim é diversidade!

Berlin foi inclusive eleita a cidade mais divertida do mundo.

Morar em Berlim é sempre ter o que fazer. É descobrir a cada fim de semana algum lugar legal que você ainda não conhecia.

É morar numa cidade barata! E com uma lei que limita os valores de aluguel.

A Alemanha é um país barato, para os padrões da Europa ocidental. E, dentro da Alemanha, o custo de vida em Berlim é bem mais baixo que o de outras cidades como Munique ou Hamburgo por exemplo.

‘’Berlim não é Alemanha’’

Berlim é muito diferente do sul da Alemanha. Não é conservadora, nem tão certinha. E também não é tão rica.

É uma cidade que está bombando e se transformando neste exato momento. É muito diferente do que era há 20 anos atrás, e vai ser muito diferente daqui a 20 anos.

Tem uma cultura urbana e artística muito forte. E restaurantes de todos os países. E baladas super renomadas. Principalmente pra quem curte música eletrônica – é o que mais tem por aqui.

É morar numa cidade com mil faces. Tem bairros que são super residenciais, outros super turísticos, outros super alternativos, outros super chiques. Berlim é o resultado de uma mistura incrível de vários elementos.

‘’Berlim é a Nova York da Europa’’

É uma cidade com um transporte público super eficiente, que cobre todos os lugares. E que não tem catracas.

Morar em Berlim é voltar da night de metrô. Isso porque durante o fim de semana todo o transporte público funciona 24 horas. (!!!!) E em dias de semana? O metrô fecha por volta da 1 da manhã, mas ainda tem ônibus a noite toda. Só pega táxi quem quer.

É uma cidade plana, ótima pra se locomover de bicicleta também.

Em geral é bastante segura, mas por ser uma cidade grande tem furtos SIM, e tem que ficar ligado.

É uma cidade com muito verde, parques e lagos (40% de toda a área da cidade!).

Saindo só um pouquinho de Berlim já parece outro mundo. Dá pra morar pertinho da agitação da cidade e ainda ter uma casa com quintal estilo filme americano.

É uma cidade que transpira história.

Muita gente fala inglês, mas nem todo mundo.

É uma cidade onde a temperatura pode marcar de -7 a 37 graus Celsius.

Uma cidade com várias estações de trem, uma estação central gigantesca, e 2 aeroportos (porque o aeroporto que vai substituir os dois existentes não fica pronto nunca).

É morar numa cidade que se transforma quando chega a primavera e verão. O sol e o calor mudam completamente a vibe da cidade. Todo mundo vai pra rua, o sol se põe bem mais tarde, tem festivais e eventos ao ar livre pra todos os lados…


Dá pra perceber que eu gosto de morar em Berlim, ou tá pouco? =)