As ilhas da lagoa de Veneza: Murano, Burano, Torcello

Veneza é um belo destino que atrai milhares de turistas diariamente. Antes de visitá-la pela primeira vez, eu sabia que corria o risco de a cidade ser superestimada, mas minhas expectativas foram correspondidas. Talvez uma decisão crucial tenha sido seguir a dica de ir durante o outono, quando o tempo ainda está bom mas as multidões são bem menores.

A ilha principal de Veneza é pequena e pode ser bem explorada em 1-2 dias. Só tem 4 km de comprimento e 1 km de largura. Então, se você tem um dia extra lá, pode ir conhecer outras ilhas da grande lagoa de Veneza.

Barcas (ou vaporettos) são realmente o principal tipo de transporte público em Veneza – igual a ônibus ou metrô em qualquer outra cidade. Há bilhetes de 24, 48 e 72 horas, válidos para viagens ilimitadas de barca, que geralmente valem a pena (inclusive, há um bom desconto no bilhete de 72 horas pra pessoas menores de 29 anos!). Pra mais informações, veja aqui onde diz “public transport”.

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Burano

Essa foi a minha ilha favorita na lagoa, depois de Veneza. As casinhas coloridas ao longo dos canais em direção à lagoa compõem um cenário extremamente fotogênico. A ilha é conhecida pelo artesanato de renda, que é vendido em lojas nas pequenas ruas. Fica a 30 minutos de barca de Murano e a 40 minutos de Veneza.

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Torcello

Sinceramente, esta ilha é mais conhecida pela sua história do que pelas suas atrações. É bem pequena e não há muito para ver. Há duas igrejas que você precisa pagar para visitar e um pequeno museu. Nós decidimos visitá-la porque fica bem pertinho de Burano – então, se você estiver com um sentimento de “por que não?”, vá. Mas saiba que – pelo menos comparada às outras ilhas na lagoa de Veneza – esta não é tão encantadora.

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Murano

Enquanto Burano e Torcello ficam perto uma da outra e mais longe da ilha principal de Veneza, Murano fica bastante próxima (uns 10 minutos de barca). E assim como Burano é conhecida pela renda, Murano é famosa pelos seus produtos de vidro, feitos à mão na ilha. Você pode assistir a artistas em ação fazendo as pequenas figuras de vidro dentro das lojas.

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Sant’Erasmo

A ilha tranquila e pacífica de Sant’Erasmo não é algo imperdível para turistas – MAS é uma ótima opção para acomodação em uma visita a Veneza. Nós vimos que o Hotel Il Lato Azzurro tinha excelentes comentários no Booking.com e um preço ridiculamente melhor do que os hotéis na principal ilha de Veneza. Eu estava um pouco com pé atrás pelo fato de ser em outra ilha (localização é prioridade para mim quando busco acomodação), mas não sentimos que o trajeto de barca de 25 minutos de Veneza tenha sido longo (além do mais, nós tínhamos um bilhete com viagens ilimitadas). O charmoso hotel compensa pela distância com quartos com varanda e vista para o lago, um bom café da manhã, funcionários simpáticos e bicicletas gratuitas para os hóspedes pegarem emprestado quando quiserem. Obs.: eu não recebi absolutamente nada do hotel para recomendá-lo. 🙂

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Outras ilhas

Nós também andamos por Mazzorbo, uma ilha residencial colada a Burano – muito tranquila e não exatamente  imperdível.

San Michele é uma pequena ilha-cemitério localizada entre Veneza e Murano.

Nós não fomos a Lido, no sudeste da lagoa, mas essa também é uma ilha que alguns turistas visitam quando estão em Veneza.


Então, há claramente mais em Veneza do que apenas a sua ilha principal. Mas uma coisa é uma constante: o transporte hidroviário, seja por gôndola ou vaporetto. Não dá pra perder (e nem se deve).

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Roteiro turístico de Berlim

A maioria das principais atrações turísticas de Berlim fica no bairro central, Mitte. Aqui eu montei um itinerário para se ver todas elas numa ordem eficiente e a pé. É possível visitar todos os pontos turísticos de Mitte em 1 dia, mas pode ser cansativo. Dependendo do seu ritmo, este itinerário pode ser pausado e retomado no dia seguinte sem problemas. Vamos lá:

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Pontos no Centro (Mitte):

Comece pela Alexanderplatz (1), com a Torre de TV (Fernsehturm) e o relógio mundial. Há diversas lojas por ali – incluindo as bem baratas Primark, Decathlon e TK Maxx – e o shopping center Alexa ao lado.

Passe pela Rotes Rathaus (2) até chegar na Unter den Linden – a grande avenida central.

Siga pela Unter den Linden: logo depois do rio à direita, fica a Catedral (Berliner Dom) (3) e a Ilha dos Museus (5 museus um ao lado do outro).

Continuando pela Unter den Linden: ver o memorial ‘Neue Wache’, passar pelo prédio principal da Humboldt Universität (4) e seguir na avenida até chegar ao Portão de Brandemburgo (5), um dos maiores símbolos de Berlim.

Passando pelo portão, há uma longa avenida com a Coluna da Vitória no final, e ao redor um grande parque, o Tiergarten.

Siga à direita até o Parlamento Alemão (Bundestag ou Reichstag) (6). É possível visitar o topo do parlamento com áudio-guia totalmente grátis. Mas é preciso marcar com antecedência neste site aqui (‘Visit to the dome’). O prédio e a vista são lindos. Vale muito a pena!

Voltando em direção ao Portão de Brandemburgo e seguindo em frente: ali fica o Memorial do Holocausto (7), um labirinto de concreto que lembra um cemitério, com um efeito muito impactante. Ande por ele com respeito. Há também uma exposição gratuita no subsolo.

Seguindo na mesma direção, chega-se à Potsdamer Platz, com o Sony Center (8): uma cúpula gigante e moderna com restaurantes e cinema. Ali bem perto fica o shopping center Mall of Berlin.

Siga para a Topografia do Terror (9), mais um memorial sobre o nazismo, e depois para o Checkpoint Charlie (10) – um local que simboliza um dos antigos pontos de passagem entre Berlim ocidental e oriental na época do muro. Mas saiba que o checkpoint não fica no ponto exato onde costumava ser e hoje é apenas um local turístico.

Termine a rota no Gendarmenmarkt (11), uma praça bonita bem no centro de Berlim.


Fora do centro:

A East Side Gallery – a parte que restou do muro de Berlim, toda grafitada e colorida, é imperdível. Desça na estação S-Ostbahnhof e siga o muro até o final, chegando na ponte Oberbaumbrücke. Também vale a pena explorar à noite os bairros mais descolados / alternativos / hipsters de Berlim, Kreuzberg e Friedrichshain, que são conectados por essa ponte.

Outras dicas:

Em Berlim num domingo de tempo bom? Não deixe de ir ao Mauerpark! E aproveite pra ver o memorial sobre o muro, na mesma rua.

Vai ficar 3 ou mais dias em Berlim? Considere sair um pouco da cidade para visitar o Palácio Sanssouci e seus jardins, em Potsdam (mais ou menos 1 hora a sudoeste de Berlim), e/ou o museu do campo de concentração Sachsenhausen, em Oranienburg (mais ou menos 1 hora ao norte).

Quer fazer compras? Além dos shopping centers no centro já citados (Alexa e Mall of Berlin), uma ótima opção são as ruas Tauentzienstraße e Kurfürstendamm (apelidada de Kudamm), no bairro Charlottenburg. Ali também pode-se visitar o principal zoológico de Berlim e a Gedächtniskirche: as ruínas de uma igreja que foi bombardeada durante a segunda guerra e cuja torre principal encontra-se até hoje quebrada ao meio.

Vai estar em Berlim durante a primavera ou verão? Aqui está uma lista das coisas mais legais para se fazer por aqui na melhor época do ano!

Quer dicas sobre o que e onde comer em Berlim? Dê uma olhada nesse post.

Interessado em ficar por mais tempo? Veja aqui uma descrição de como é morar em Berlim.


Espero que você ame Berlim tanto quanto eu! 🙂

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Viagem de fim de semana à Bulgária

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Catedral St. Alexander Nevsky em Sofia

Como vocês devem saber, eu tenho o hábito de procurar voos baratos para viagens saindo de Berlim, onde eu moro. Em uma dessas ‘caças ao tesouro’, eu encontrei voos não só super baratos, mas também nos horários perfeitos: ida sexta à noite e volta domingo à noite. Exatamente pro fim de semana. Uma raridade.

A viagem era à Bulgária, por 43 euros ida e volta com a Ryanair. Pra dar uma ideia do quão barato isso é: esse é o preço normalmente de uma viagem de trem na Alemanha (de ida e volta), que dure mais ou menos 2 horas cada trecho, caso você tenha o cartão que dá 50% de desconto, porque o valor normal é o dobro. Ou seja, voar por esse valor não é nada mau. Chamei um amigo querido que sempre topa essas minhas aventuras e compramos as passagens.

Duas colegas nossas que são da Bulgária haviam nos avisado que 1 dia é suficiente para ver a capital, Sofia, para onde voamos. E vários sites na internet com opiniões de viajantes sugeriam visitar também a segunda maior cidade da Bulgária, Plovdiv, que fica a 2 horas de Sofia. Então, foi o que fizemos: passamos o sábado em Plovdiv (bate-e-volta) e o domingo em Sofia.

A Bulgária foi o primeiro país que eu visitei cujo idioma tem outra escrita (eles usam o alfabeto cirílico). Além disso, quase ninguém fala inglês lá. Uma coisa que ajudou muito foi ter anotado como são os nomes das cidades que eu ia visitar no alfabeto deles, para conseguir reconhecer nas placas.

Foi uma leve aventura – mas eu quis visitar a Bulgária justamente por ser um país um pouco diferente dos que eu estava acostumada.


Sofia (София)

Do aeroporto para o centro de Sofia, é possível ir de ônibus ou metrô. Nós achamos mais fácil pegar o metrô, mas é bom saber que a estação fica no terminal 2, e as companhias aéreas de baixo custo (como a Ryanair) usam o terminal 3, que é um anexo à parte principal do aeroporto. Existe uma van que transporta passageiros entre os terminais 2 e 3 gratuitamente, mas ela não passa o tempo todo.

Em Sofia nós fizemos o free walking tour, que foi excelente, cobriu os principais pontos e nos contou muito sobre a história da Bulgária. O tour parte diariamente às 11h e 18h do Palácio de Justiça e tem duração de 2 horas.

PONTOS DE INTERESSE:
Catedral St. Alexander Nevsky (o principal cartão-postal da cidade), antigos banhos minerais de Sofia, Igreja Russa, Palácio Nacional de Cultura (NDK), Teatro Nacional Ivan Vazov (e parque ao redor), Palácio Real, Montanha Vitosha (uma enorme montanha bem próxima ao centro da cidade), Vitosha Boulevard: a rua principal, de pedestres, cheia de restaurantes e lojas (e turistas).

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Vitosha Boulevard e a montanha Vitosha ao fundo

Plovdiv (Пловдив)

COMO CHEGAR:
O melhor é ir de ônibus – a viagem dura 2 horas, e de trem demora 3 horas. A passagem custa 14 leva por trecho (7 euros) e pode ser comprada pouco antes da viagem na estação de ônibus, que fica bem ao lado da de trens. Geralmente os ônibus saem a cada hora cheia. Para garantir nosso lugar, nós compramos a passagem de volta assim que chegamos a Plovdiv. Ficamos na cidade de 11h às 18h, e foi suficiente. O ônibus é bem simples, mas cumpre a sua missão.

Você encontra o site da empresa de trens aqui (disponível também em inglês) e a de ônibus aqui (apenas em búlgaro! É aí que você compara as palavras pra achar a cidade que você quer, ou usa um tradutor online).

PONTOS DE INTERESSE:
Plovdiv é cheia de ruínas romanas espalhadas pela cidade. A mais impressionante de todas é o antigo Anfiteatro Romano – um enorme auditório construído na época a.C., e que até hoje ainda é usado como local de shows e eventos. Há também o Estádio Romano (debaixo da rua principal do centro) e o Fórum Romano.
Ande pela cidade antiga explorando as suas construções (como o Museu Etnográfico) e vistas para o centro. Perto das estações de trem e ônibus fica o Parque Tsar Simeon, onde um show do ‘chafariz mágico’ ocorre à noite.

Em Plovdiv também há um free walking tour que começa às 11 horas diariamente em frente à prefeitura, na rua principal.

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Antigo Anfiteatro Romano em Plovdiv

A Bulgária pode não ser um dos primeiros destinos que vêm à cabeça quando se pensa em Europa, mas com certeza vale a visita. A maioria das ruas e construções tem um aspecto bem simples e modesto, mas há vários pontos de interesse para turistas. É um país onde se gasta pouco, e é possível conhecer as duas maiores cidades em um fim de semana.

Para mais fotos da Bulgária, clique aqui.

Roteiro de viagem para Malta

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Valetta vista de Sliema

Como dito no post anterior, Malta foi uma viagem especial. E como o meu planejamento de viagens geralmente é proporcional à minha ansiedade, dá pra imaginar que eu me preparei bastante pra essa visita. Juntando tudo o que eu aprendi pesquisando e visitando esse destino, eu montei um itinerário eficiente com os melhores pontos de interesse em Malta.

O roteiro é ideal para 6 dias – mas, se a sua estada for mais curta do que isso, é só priorizar os lugares que você mais quer visitar.


  • Dia 1: Valetta + Sliema + St. Julian’s + Paceville

Valetta
A capital de Malta – a menor capital na União Europeia.
Upper & Lower Barrakka Gardens: jardins com vista para o porto e as Três Cidades do outro lado. No Upper Barrakka Garden, um canhão é disparado como uma saudação diariamente ao meio-dia e às 16h.
Co-Catedral de St. John
Republic Street: rua principal de comércio
Explorar as ruas laterais e desertas da cidade

Sliema
Calçada ao longo da costa com vistas lindas para Valetta, diversos restaurantes e locais para mergulhar no mar, se estendendo até St. Julian’s

St. Julian’s
Uma grande escultura da palavra ‘love’ na entrada
Vários restaurantes e bares
St. George’s Bay (praia): de fácil acesso, portanto geralmente cheia de turistas
Paceville: a região das boates noturnas

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Blue Lagoon
  • Dia 2: Blue Lagoon + Millieha ou Golden Bay

Blue Lagoon
Provavelmente o local mais imperdível de Malta!
Essa piscina natural de água transparente fica na ilha de Comino. Como chegar: dirigir ou pegar um ônibus até Cirkewwa, e de lá pegar um barco até a Blue Lagoon. Todos os barcos fazem um pequeno passeio no caminho de volta, mostrando as cavernas do local. O mais recomendável é ir de manhã, quando há menos gente.
Chegando lá, você pode alugar uma cadeira e guarda-sol para ficar na pequena faixa de areia, ou simplesmente se sentar na rocha. Nós preferimos a segunda opção, porque (a) era de graça; (b) mesmo assim era fácil entrar na água; e (c) nós ainda tínhamos uma ótima vista pra Blue Lagoon de cima.

Se metade de um dia na Blue Lagoon for suficiente para você (para nós foi), você ainda pode ir relaxar em alguma outra praia na ilha principal de Malta pelo restante do dia. Mas claro que, comparadas à Blue Lagoon, elas não são tão impressionantes.
Algumas opções próximas ao local de desembarque em Malta são a Milleha Bay ou a Golden Bay. Na Golden Bay, existem 3 praias próximas uma da outra à escolha: Golden Bay propriamente dita (de mais fácil acesso e mais cheia), Gnejna e Ghajn Tuffieha (um pouco mais escondidas e menos povoadas).

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Azure Window, Gozo
  • Dia 3: Gozo

A ilha vizinha merece um dia inteiro de visita.
Como chegar: pegar uma barca que sai de Cirkewwa. A viagem dura em torno de 25 minutos e a passagem não é comprada na ida – você só paga na volta. (Mais informações e preços aqui).
Embarque com o seu carro se tiver um. Se estiver usando o transporte público, talvez valha a pena usar um dos ônibus hop-on hop-off para conhecer os pontos de interesse da ilha.

Citadella: fica na capital de Gozo – Rabat, ou Victoria (muitas cidades em Malta tem dois nomes). Uma fortaleza medieval, com uma catedral e vista para os arredores.
Azure Window e Fungus Rock na Dwejra Bay: o famoso e imponente arco rochoso, onde a série Game of Thrones filmou a cena do casamento da Daenerys com o Khal Drogo. Como a rocha ainda está em erosão, dizem que em algumas décadas o arco vai deixar de existir.
Santuário Ta’ Pinu: uma grande igreja, onde vários fiéis deixaram mensagens de agradecimento por terem sido curados de suas doenças.
Ramla Bay: uma praia aconchegante com areia avermelhada. O mirante Calypso Cave tem uma vista linda para a Ramla Bay.
Xlendi Bay: outra praia, com vários restaurantes em volta (inclusive uma sorveteria ótima). Ideal para uma parada pra comer.
Ggantija Temples: os templos megalíticos de Gozo. Se você já planeja visitar os outros templos na ilha de Malta, esse talvez seja dispensável.

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Marsaxlokk
  • Dia 4: As Três Cidades + Marsaxlokk + St. Peter’s Pool

As Três Cidades
Birgu (ou Vittoriosa), Bormla (ou Cospicua) e Isla (ou Senglea) – (lembra que em Malta várias cidades tem dois nomes diferentes?)
Pegar um barco de Valetta para a entrada das cidades (só esse cruzamento já é um passeio agradável) e explorar as suas ruas e a vista à beira-mar. Se o tempo estiver curto: Vittoriosa é considerada a mais bonita.

Marsaxlokk
Uma vila de pescadores muito simpática, com dezenas de barquinhos coloridos parados na baía. Aos domingos, há uma feira de peixes.

St. Peter’s Pool
Uma grande piscina natural, fantástica para nadar e pular na água. Fica bem perto de Marsaxlokk, mas a subida a pé deve demorar em torno de 1 hora. Por isso, o ideal é ir de carro ou táxi.

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Entrada de Mdina (ou será de King’s Landing?)

Mosta
Rotunda de Mosta: a terceira maior igreja da Europa, com uma grande cúpula. Durante a segunda guerra, uma bomba de 50 kg caiu ali dentro, mas não explodiu – o que foi visto como um milagre.

Mdina
Conhecida como a ‘cidade silenciosa’, é uma cidade medieval murada. A entrada de Mdina apareceu em Game of Thrones como a entrada de King’s Landing.
Fontanella Tea Gardens: uma casa de chá com um famoso bolo de chocolate e vista para os arredores (inclusive para a Rotunda de Mosta).

Rabat
Uma cidade charmosa em frente a Mdina.
Vila Romana
Igreja de St. Paul
Convento de St. Dominic (também foi local de filmagem de Game of Thrones)

Dingli Cliffs (penhascos de Dingli)
O ponto mais alto de Malta (253 metros) e considerado o melhor local da ilha para assistir ao pôr-do-sol.

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Blue Grotto visto de cima
  • Dia 6: Blue Grotto + Hagar Qim & Mnajdra

Blue Grotto
Passeio de barco por algumas grutas e cavernas, incluindo a Gruta Azul, com águas azul-piscina. O ideal é ir de manhã para ver o azul do mar no seu tom mais impressionante. O passeio é lindo, mas achamos bem curto (uns 20 minutos) e sentimos que o condutor do barco, apesar de simpático, passou bastante apressado pelas paradas (talvez por haver uma fila de barcos atrás dele).
Também é possível ver a Gruta Azul de cima, de um mirante ao lado de um ponto de ônibus com o nome de Panorama.

Hagar Qim & Mnajdra
Perto do Blue Grotto ficam os templos megalíticos de Hagar Qim e Mnajdra, que estão entre os monumentos mais antigos do mundo (em torno de 3000 a.C.). O ingresso permite a visita aos dois templos, que são próximos um do outro.


Para mais fotos de Malta, clique aqui.

E essa foi a primeira viagem onde eu não só tirei fotos, mas também filmei! (eu disse que Malta foi especial…). A maioria dos lugares mencionados no roteiro são mostrados nesse vídeo. Assista aqui!  🙂